Não voltes. Simplesmente sai, não guardes rancor, guarda amor. E se, remotamente, algum dia quiseres entrar de novo no meu coração, lembra-te de como o deixaste um dia e de como foi difícil recompô-lo. Não digo que esteja melhor sem ti, porque uma metade não é, nem nunca será, melhor que um todo, mesmo que esse todo tenha defeitos. Contudo, quando deixar de ser uma metade destroçada por um amor acabado não quero que me procures, e se me encontrares, ao sabor do acaso, não pares, porque esse destino já não está ao teu alcance e os cartões de credito expiraram.
No fundo não me arrependo de nada do que fiz contigo, nem das conversas sem fundamento, nem das discussões mal acabadas, nem dos silêncios sufocantes, nem mesmo de te ter deixado partir para um caminho que não coincidia com o meu. No fundo, se tentamos demasiado que tudo dê certo e tudo se desmorona à nossa frente era porque simplesmente não estava predestinado para acontecer. Sim, eu acredito no destino, em que todos temos uma razão para (sobre)viver e que, mesmo não sendo nesta vida, todos acabamos por cumprir objectivos que traçamos e eu e tu não dá 3 não vale a pena tentar mais que 4 vezes. Eu dei-te tudo, amei-te com todas as forças e não me arrependo, sabes porquê? Porque tu fizeste com que tudo valesse a pena.
Já não sinto saudades, mas serás eterno.
Até sempre, meu amor.
2 comentários:
eternidade é tanto em tão pouco.
É tudo tão bom enquanto vivemos "O sonho"
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